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Diário de um aventureiro pelo Reino das Sombras | Elden Ring: Shadow of the Erdtree — Crítica

Minha jornada pelo Reino das Sombras começou no sombrio Palácio de Moghwyn, local onde enfrentei Mohg, O Agouro. Lá, ele falava com uma espécie de ovo, alegando que dentro dele estava o corpo de Miquella, o Bondoso.

Parte 1: O início da Jornada

Após derrotar Mohg e descansar, percebi que havia alguém esperando por mim naquele lugar. Em frente ao ovo, uma mulher chamada Leda me aguardava. Ela me disse que foi guiada até ali pela fé em Miquella e que, ao tocar no braço ressecado à minha frente, eu seria transportado para o reino onde Miquella reside atualmente – "o Reino das Sombras". Leda mencionou que seus companheiros estavam lá e que me ajudariam nessa nova jornada.


Dei alguns passos na direção do braço ressecado, sentindo o peso do destino sobre mim. Ao tocar naquela pele, onde os últimos vestígios de sangue eram os rastros de Mohg antes da nossa batalha, fui imediatamente transportado. O que vi ao chegar no Reino das Sombras era de uma beleza indescritível. Durante minha jornada, coletei muitas pinturas, mas nenhuma se comparava às obras de arte que passavam diante dos meus olhos.


Parte 2: o gigante de fogo
tela de captura de Elden Ring: Shadow of the Erdtree
Reprodução: From Software

Montei em meu cavalo e comecei a desbravar o Reino das Sombras, explorando cada novo local com avidez. O level design de toda a DLC era tão impressionante quanto Limgrave, um local explorável cheio de maravilhas. Cada área estava meticulosamente desenhada, com detalhes que faziam cada canto do Reino das Sombras parecer vivo e pulsante.


Após explorar algumas ruínas e derrotar o chefe de um mausoléu, deparei-me com um enorme gigante de fogo. Não era como aquele que eu já havia derrotado antes, mas sim algo parecido com uma grande fornalha acesa. A sua pisada ecoava em ondas de fogo capazes de queimar até as carnes mais resistentes. Venci, com muito esforço.


Parte 3: horizonte gélido

Segui meu caminho até encontrar as ruínas de uma antiga vila. Em cada local que atravessava, chamas de Messmer, O Empalador, ardiam intensamente. Mas algo chamou minha atenção – uma espécie de prisão com aspecto gelado e vários jarros vazios, similares aos de Alexander Punho de Ferro. À medida em que eu adentrava mais nesta prisão, minha visão sobre algumas coisas começou a mudar. A profundidade dos detalhes e a atmosfera gelada criavam uma sensação de mistério e descoberta contínua.


Parte 4: Confronto com Rellana, Cavaleira das Luas Gêmeas

Um dos momentos mais marcantes da minha jornada foi o encontro com Rellana, Cavaleira das Luas Gêmeas, irmã de Rennala, Rainha da Lua Cheia. A luta contra Rellana foi quase sem respiros, sua mecânica me lembrava bastante da batalha contra o Pontífice Sulyvahn em Dark Souls 3. Isso não é algo ruim; a From Software frequentemente recicla elementos de seus jogos anteriores, mas sempre consegue torná-los únicos. Cada movimento de Rellana exigia uma resposta rápida e precisa, transformando a luta em um teste constante de habilidade e resistência.


Parte 5: Confronto com a Fera Divina, Leão Dançante

Outro confronto memorável foi contra o Leão Dançante, um inimigo que me tirou horas tentando derrotar. Seu conjunto de habilidades era impiedoso, com ataques rápidos e devastadores que exigiam reflexos afiados. Cada segundo que eu passava no Reino das Sombras, porém, me ensinava algo novo. Aos poucos, fui aprendendo e melhorando, até que finalmente consegui vencer essa feroz criatura.


Parte 6: Conselhos de um Viajante
tela de captura de Elden Ring: Shadow of the Erdtree
Reprodução: From Software

Ouvi relatos de que alguns viajantes estão enfrentando dificuldades extremas no Reino das Sombras, mas posso assegurar que, mesmo tendo dificuldades em algumas partes, é possível superar os obstáculos. Se algo me era difícil demais, eu repensava a rota que estava diante de mim, explorava mais o mundo que me cercava e encontrava itens que me deixavam mais forte.


Shadow of the Erdtree possui uma mecânica incrível, que instiga o jogador a explorar, e essa exploração é recompensada com fragmentos da Umbrárvore, que aumentam não só seu dano, mas também toda a negação de dano. Então se estiver sentindo dificuldade, viajante, dê uma volta – não só para espairecer a mente, mas também para ficar mais forte.


Não posso detalhar toda a minha jornada pelo Reino das Sombras, mas deixo um aviso a todos os maculados que receberem esta mensagem: ainda há muito a explorar aqui e muito a aprender, desde artes marciais até enormes masmorras. Cada masmorra que explorei estava repleta de segredos e desafios únicos, tornando cada nova descoberta uma experiência gratificante.


Posso afirmar com certeza que minha experiência foi magnífica e única. Gostaria de detalhar cada passo da minha jornada, mas quero deixar que vocês descubram por si mesmos. No final, a nova expansão de Elden Ring oferece uma experiência intensa e memorável. O design do mundo, os inimigos e os desafios são todos meticulosamente criados para proporcionar tanto maravilha quanto medo. Os chefes são incrivelmente bem desenhados, cada um com suas próprias mecânicas e estilos de combate, que testam as habilidades e a paciência de qualquer maculado.


Embora alguns desafios possam parecer desbalanceados, a profundidade da história e a qualidade da construção do mundo compensam esses momentos. Aventurem-se no Reino das Sombras e descubram os segredos e perigos que os aguardam!


"Por mais arruinado que este mundo tenha se tornado, por mais atolado em tormento e desespero... a vida persiste. Os nascimentos continuam. Há beleza nisso, não é?" — Melina

Texto editado e revisado por Gabriel Morais de Oliveira (@GabrielHyliano).



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